{"home_page_url":"https:\/\/www.gonsales.adv.br\/Blog","title":"Blog | Gonsales Advogados Associados","items":[{"id":"6a36633b3d00d562720606","title":"Empresa e advogado são condenados por possível uso de IA com citações falsas de jurisprudência","url":"https:\/\/www.gonsales.adv.br\/Blog\/Sentenças\/Empresa_e_advogado_são_condenados_por_possível_uso_de_IA_com_citações_falsas_de_jurisprudência","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Para a 6ª Turma, a conduta caracteriza litigância de má-fé<\/strong><\/i><br\/> <br\/>10\/3\/2026 - A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) aplicou multa de 1º sobre o valor da causa a uma empresa de telecomunicações e a seu advogado em razão da citação de jurisprudência inexistente nas contrarrazões de um recurso. Segundo o colegiado, precedentes falsos, possivelmente gerados por inteligência artificial, foram usados para sustentar a tese da empresa, contrariando os princípios da boa-fé e da lealdade processual.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Precedentes citados não existem<\/strong><br\/>O processo trata de indenização por danos morais pela morte de um trabalhador que caiu de nove metros de altura durante a instalação de linha de internet. No exame do recurso de revista, o relator, ministro Fabrício Gonçalves, identificou inconsistências nos julgados citados pela defesa da empresa, que não foram localizados em consulta ao Núcleo de Cadastramento Processual (NCP) e à Coordenadoria de Jurisprudência (CJUR) do TST. <br\/> <br\/>A defesa da empresa sustentava, nas contrarrazões do recurso, que os precedentes citados tratavam de jurisprudência \"pacífica”. Entre eles estava um caso da relatoria da ministra Kátia Arruda, que compõe a própria Sexta Turma, e outro do ministro aposentado Alberto Bresciani com data posterior à aposentadoria. Nenhum dos dois constavam do sistema de jurisprudência do TST.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Para relator, parte criou conteúdo fictício<\/strong><br\/>A apuração interna do gabinete confirmou que diversos precedentes não existiam, enquanto outros apresentavam dados adulterados. Diante disso, o relator entendeu que não se tratava de erro material ou interpretação equivocada, mas de criação intencional de conteúdo jurídico fictício, com a \"intenção deliberada de induzir o juízo a erro, visando à obtenção de vantagem processual indevida e culminando em prejuízos não apenas à parte adversa, mas também à própria Justiça do Trabalho e à coletividade”.<br\/> <br\/>De acordo com a decisão, a conduta violou deveres fundamentais, como o de veracidade e cooperação entre as partes, previstos na legislação processual. Para o relator, a tentativa de dar aparência de legitimidade à argumentação por meio de decisões inexistentes configura dolo processual e abuso do direito de defesa, além de comprometer a integridade da atividade jurisdicional.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Uso de IA não afasta responsabilidade<\/strong><br\/>O ministro também abordou o possível uso indevido de ferramentas de inteligência artificial na elaboração da peça processual. \"A responsabilidade pela verificação da veracidade das informações permanece integralmente com o advogado e a parte”, ressaltou.<br\/> <br\/>Como consequência, a empresa foi condenada ao pagamento de multa por litigância de má-fé de 1% sobre o valor da causa, além de arcar com honorários advocatícios e demais despesas processuais. O advogado responsável também foi penalizado com multa no mesmo percentual, diante da conduta considerada incompatível com a ética profissional.<br\/> <br\/>Além das sanções processuais, o ministro determinou o envio de ofícios à Ordem dos Advogados do Brasil e ao Ministério Público Federal para apuração de possíveis infrações disciplinares e criminais.<br\/> <br\/>Os ministros Augusto César e a ministra Kátia Arruda, que compõem a Turma, destacaram a gravidade da conduta, agravada por ser adotada numa ação que trata de indenização por danos morais pela morte de um trabalhador, apresentada pelos dependentes e que tem prioridade de tramitação.<br\/> <br\/>(Dirceu Arcoverde\/CF)<br\/><q class=\"bmw dy0\"><i>O TST tem oito Turmas, que julgam principalmente recursos de revista, agravos de instrumento e agravos contra decisões individuais de relatores. Das decisões das Turmas, pode caber recurso à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1). <\/i><br\/><i>Processo: <\/i><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/pje.tst.jus.br\/consultaprocessual\/detalhe-processo\/0000284-92.2024.5.06.0351\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><i>RR-0000284-92.2024.5.06.0351<\/i><\/a><\/q>","date_published":"2026-05-26T19:39:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/Ad5t.webp"},{"id":"6a36633b3dfd1239100850","title":"O que é SAF no futebol: estrutura legal, tributação e obrigações jurídicas","url":"https:\/\/www.gonsales.adv.br\/Blog\/Empresas\/O_que_é_SAF_no_futebol:_estrutura_legal,_tributação_e_obrigações_jurídicas","content_html":"<i><strong class=\"btk\">O que é SAF, como funciona a tributação em 2026 e o que muda para clubes, investidores e quem assessora essas operações.<\/strong><\/i><br\/> <br\/><strong class=\"btk\">A SAF, Sociedade Anônima do Futebol, é um tipo societário criado pela <\/strong><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2019-2022\/2021\/lei\/l14193.htm\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Lei 14.193\/2021<\/strong><\/a><strong class=\"btk\"> <\/strong>que permite a clubes de futebol se reorganizarem como sociedades anônimas com regras específicas de governança, transparência financeira e responsabilidade, <strong class=\"btk\">separando o patrimônio esportivo do passivo histórico<\/strong> do clube.<br\/> <br\/>Não é uma S.A. comum adaptada ao futebol: é um <strong class=\"btk\">regime jurídico autônomo<\/strong>, com tributação diferenciada, insolvência especial e obrigações de publicidade que não existem para companhias fechadas comuns.<br\/> <br\/>Este artigo cobre a base legal da SAF, o processo de transformação de um clube, as obrigações jurídicas do regime, os impactos da Reforma Tributária sobre esse modelo e os pontos de atenção práticos para quem atua no setor.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">O que é SAF no futebol?<\/strong><br\/><strong class=\"btk\">A SAF é uma sociedade anônima de objeto social restrito à atividade futebolística, regida primariamente pela Lei 14.193\/2021 e, subsidiariamente, pela Lei das S.A. (Lei 6.404\/1976).<\/strong> Não acessa a recuperação judicial comum da <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2004-2006\/2005\/lei\/l11101.htm#:~:text=Regula%20a%20recupera%C3%A7%C3%A3o%20judicial%2C%20a,empres%C3%A1rio%20e%20da%20sociedade%20empres%C3%A1ria.&amp;text=Art.%201%C2%BA%20Esta%20Lei%20disciplina,doravante%20referidos%20simplesmente%20como%20devedor.\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Lei 11.101\/2003<\/strong><\/a> e, mesmo sendo companhia fechada, publica demonstrações financeiras auditadas anualmente.<br\/> <br\/>Esses três elementos, objeto restrito, insolvência especial e transparência obrigatória, são o que a distinguem de qualquer outra sociedade anônima.<br\/> <br\/>A diferença em relação a uma S.A. comum não é de grau: é de regime. A Lei 14.193\/2021 criou um tipo societário autônomo, não uma variante do modelo geral. Em caso de crise financeira, a SAF segue o procedimento específico de recuperação extrajudicial dos arts. 46 a 82 da própria lei.<br\/> <br\/>A obrigação de publicar balanço auditado existe independentemente de a companhia captar no mercado de capitais, exigência que não se aplica às demais S.A.s fechadas. Esses são os limites dentro dos quais o advogado que assessora uma SAF vai operar.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Como funciona a transformação de um clube de futebol em SAF?<\/strong><br\/>A Lei 14.193\/2021 prevê duas formas de constituição. Na primeira, o clube cria uma nova SAF e transfere para ela os ativos ligados à atividade futebolística. Na segunda, o próprio clube se converte em SAF por deliberação assemblear, processo que envolve as mesmas formalidades descritas em nosso guia sobre <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.projuris.com.br\/blog\/atos-societarios\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">atos societários<\/strong><\/a>.<br\/> <br\/>A realidade é que, na prática, o modelo mais adotado no Brasil é o da <strong class=\"btk\">cisão parcial<\/strong>: o clube-mãe, que permanece como associação civil sem fins lucrativos, transfere o departamento de futebol para uma nova pessoa jurídica de direito privado com fins lucrativos, a SAF. As duas entidades coexistem.<br\/> <br\/>O clube-mãe retém, em regra, a titularidade sobre os <strong class=\"btk\">ativos de identidade<\/strong>: marca, escudo, nome, cores e estádio, que a SAF passa a usar por contrato de licença específico.<br\/>Qualquer pessoa física ou jurídica, nacional ou estrangeira, pode ser acionista de uma SAF, sem restrição de nacionalidade para o controle. O modelo acumula mais de 100 clubes no Brasil, com representação crescente nas principais divisões do futebol nacional.<br\/> <br\/>No Brasileirão 2026, seis clubes da Série A operam como SAF: Atlético-MG, Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Vasco e Coritiba. Entre as referências mais citadas do processo de consolidação do modelo estão o Botafogo, com participação majoritária do empresário norte-americano John Textor, e o Cruzeiro, com Ronaldo Nazário como controlador inicial.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Quais são as obrigações jurídicas específicas da SAF?<\/strong><br\/>O regime jurídico da SAF impõe obrigações que não existem para uma S.A. comum fechada:<br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Regime especial de insolvência<\/strong>: em caso de crise grave, a SAF segue o rito dos arts. 46 a 82 da Lei 14.193\/2021, sem acesso à recuperação judicial da Lei 11.101\/2003, o que impacta diretamente a modelagem de garantias em operações de financiamento e a estratégia de credores.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Demonstrações financeiras auditadas<\/strong>: a SAF publica balanço anual com assinatura de auditor independente registrado na CVM, independentemente de ser companhia fechada (art. 10 da Lei 14.193\/2021).<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Destinação obrigatória de receitas<\/strong>: a lei exige que a SAF destine percentual mínimo das receitas ao clube-mãe e a fins específicos, como programas de base e desenvolvimento do futebol feminino.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">PERT-Futebol<\/strong>: regime especial de parcelamento tributário criado pela mesma lei, que permite à SAF renegociar dívidas fiscais do clube com condições diferenciadas, desde que a companhia cumpra os requisitos de adesão e mantenha as obrigações acessórias durante toda a vigência do parcelamento.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Regime tributário especial sobre receita bruta<\/strong>: pelo art. 31 da Lei 14.193\/2021, a SAF pode optar por recolher uma alíquota unificada de <strong class=\"btk\">5% sobre a receita bruta<\/strong> nos primeiros cinco anos, em substituição a IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e CPP. A partir do sexto ano, a alíquota cai para 4%. Esse regime vigorará até 31 de dezembro de 2026, quando a Reforma Tributária passa a determinar nova sistemática.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Objeto social restrito<\/strong>: a SAF não exerce atividades fora da operação futebolística. Qualquer exploração comercial precisa estar diretamente relacionada ao futebol.<\/li><\/ul> <br\/><strong class=\"btk\">Reforma Tributária e o regime fiscal da SAF<\/strong><br\/>A Emenda Constitucional 132\/2023 alterou de forma estrutural o sistema de tributação indireta brasileiro, e o futebol não ficou fora. PIS e COFINS cedem lugar à <strong class=\"btk\">CBS<\/strong> (Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal), e ICMS e ISS ao <strong class=\"btk\">IBS<\/strong> (Imposto sobre Bens e Serviços, de competência estadual e municipal).<br\/> <br\/>Para as SAFs, o impacto se materializou em dois diplomas normativos. A <strong class=\"btk\">LC 214\/2025<\/strong>, sancionada em janeiro de 2025, revogou o Regime de Tributação Específica do Futebol (TEF) previsto na Lei 14.193\/2021 a partir de 1º de janeiro de 2027, substituindo-o por um regime setorial que inclui CBS e IBS no recolhimento unificado. A <strong class=\"btk\">LC 227\/2026<\/strong>, sancionada em janeiro de 2026, ajustou as alíquotas e consolidou o quadro definitivo.<br\/> <br\/>Essa exigência deriva diretamente do <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.projuris.com.br\/blog\/principio-legalidade-tributaria\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">princípio da legalidade tributária<\/strong><\/a>, que limita a atuação do Comitê Gestor do IBS e exige que qualquer ajuste ao regime ocorra por via legislativa expressa. As mudanças são relevantes e precisam entrar no radar de quem assessora uma SAF:<br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Base de cálculo ampliada<\/strong>: a receita de cessão de direitos desportivos (transferências de atletas) passa a compor integralmente a base de cálculo a partir de 2027. No regime anterior, essa receita ficava fora da base nos primeiros cinco anos. Para clubes cuja receita depende fortemente da venda de atletas, o impacto no fluxo de caixa é direto.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Restrição ao aproveitamento de créditos<\/strong>: as SAFs só poderão apropriar créditos tributários na aquisição de direitos desportivos, afastando-as da sistemática geral de não cumulatividade do IBS e da CBS. Investimentos em infraestrutura, por exemplo, não geram crédito.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Pressão sobre clubes associativos<\/strong>: com a criação do IBS e da CBS, clubes que permanecem como associações civis passam a pagar cerca de 11% sobre a receita, enquanto as SAFs ficam em 6%. Essa diferença cria desvantagem competitiva para quem não migrou para o modelo empresarial e deve acelerar novas conversões nos próximos anos.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Período de convivência entre regimes<\/strong>: até 31 de dezembro de 2026, o TEF original (5%\/4%) ainda se aplica. A partir de 2027, entra o novo regime de 6%. SAFs constituídas recentemente precisam mapear essa transição no planejamento tributário e nas projeções financeiras apresentadas a investidores.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">PERT-Futebol na transição<\/strong>: o parcelamento em curso não sofre alteração direta pela Reforma, mas a gestão simultânea das obrigações do regime antigo e das novas obrigações acessórias do IBS e da CBS exige controle rigoroso de prazos, especialmente para SAFs com fluxo de caixa ainda em estabilização.<\/li><\/ul>Pontos de atenção para quem assessora juridicamente uma SAF<br\/><br\/><table class=\"bug\"><tr class=\"bv6\"><th>Ponto de atenção<\/th><th>O que analisar<\/th><th>Risco principal<\/th><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\"><strong class=\"btk\">Passivo histórico do clube-mãe<\/strong><\/td><td class=\"ha\">Na cisão parcial, o passivo anterior à constituição da SAF, em geral, fica com o clube-mãe. A delimitação exata do que migra depende da estrutura contratual e exige análise caso a caso.<\/td><td class=\"ha\">Sucessão de passivos trabalhistas e fiscais sem previsão contratual clara, com jurisprudência ainda em formação sobre os limites dessa responsabilidade.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\"><strong class=\"btk\">Contratos com atletas e parceiros<\/strong><\/td><td class=\"ha\">Após a constituição da SAF, é ela que figura como contratante de atletas, comissão técnica, fornecedores e patrocinadores. Contratos celebrados antes da cisão precisam passar por revisão e, conforme o caso, novação ou cessão.<\/td><td class=\"ha\">Ambiguidade sobre qual entidade responde por obrigações futuras quando os contratos não foram adequadamente migrados para a nova pessoa jurídica.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\"><strong class=\"btk\">Propriedade intelectual<\/strong><\/td><td class=\"ha\">Marca, escudo e cores geralmente ficam com o clube-mãe. A SAF os utiliza por contrato de licença, cujas cláusulas de prazo, exclusividade, contraprestação e rescisão têm impacto direto no valor do investimento.<\/td><td class=\"ha\">Rescisão ou litígio no contrato de licença pode inviabilizar operacionalmente a SAF, que perde o direito de uso dos ativos de identidade do clube.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\"><strong class=\"btk\">Controvérsias em aberto<\/strong><\/td><td class=\"ha\">Os limites da responsabilidade da SAF por dívidas pretéritas, a validade de cláusulas de transferência de passivo e os efeitos do regime especial de insolvência sobre credores trabalhistas ainda não têm resposta consolidada nos tribunais.<\/td><td class=\"ha\">Decisões judiciais supervenientes podem alterar o perfil de risco da operação após a estruturação, especialmente em matéria trabalhista e recuperação de créditos.<\/td><\/tr><\/table><strong class=\"btk\">Tecnologia e gestão jurídica no contexto da SAF<\/strong><br\/>A SAF concentra obrigações recorrentes de natureza heterogênea: publicações financeiras anuais, contratos de atletas com vigência e renovação, acordos de licença com o clube-mãe e parcelamentos tributários com condições de manutenção.<br\/> <br\/>A partir de 2027, somam-se as obrigações do novo regime tributário, com apurações de CBS e IBS em sistemática distinta do TEF anterior. A convivência entre os dois sistemas durante o período de transição amplia o volume de prazos e controles que o jurídico precisa monitorar simultaneamente.<br\/> <br\/>Escritórios que assessoram clubes e departamentos jurídicos de grupos investidores lidam com esse volume disperso entre diferentes contratos e pessoas jurídicas. <strong class=\"btk\">Um sistema de gestão jurídica permite centralizar documentos societários, controlar vencimentos contratuais e manter rastreabilidade de versões<\/strong>, reduzindo o risco de perda de prazo regulatório ou descumprimento de obrigação acessória por falta de visibilidade.<br\/>","date_published":"2026-05-26T18:50:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/AbDH.webp"},{"id":"6a36633b3e18d898432856","title":"Crédito tributário: guia com tudo que você precisa saber","url":"https:\/\/www.gonsales.adv.br\/Blog\/Dicas\/Crédito_tributário:_guia_com_tudo_que_você_precisa_saber","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Entenda tudo sobre crédito tributário: constituição, suspensão e extinção. Aprenda como otimizar sua gestão tributária e evitar riscos<\/strong><\/i><br\/><br\/>Se você atua no meio jurídico, sabe que o crédito tributário é um tema central para a gestão eficiente de tributos e para a defesa dos interesses dos clientes. Compreender o que é crédito tributário, suas nuances e como ele pode ser suspenso, extinto ou recuperado pode fazer toda a diferença na estratégia jurídica e na saúde financeira de empresas e escritórios. Além disso, dominar conceitos como a declaração de débitos e créditos tributários federais e a suspensão do crédito tributário ajuda a evitar riscos e a identificar oportunidades de recuperação de valores pagos indevidamente.<br\/> <br\/>Mas será que você conhece todos os detalhes que envolvem o crédito tributário? Será que sua operação está aproveitando ao máximo as possibilidades legais para garantir direitos e evitar cobranças indevidas? Vamos explorar juntos esse universo para que você possa aplicar esse conhecimento no seu dia a dia.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">O que é crédito tributário?<\/strong><br\/> <br\/>Em termos simples, o crédito tributário é o valor que o Estado tem o direito de exigir do contribuinte após a ocorrência do fato gerador da <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.projuris.com.br\/blog\/responsabilidade-tributaria\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">obrigação tributária<\/a>. Ou seja, é a quantificação monetária da obrigação tributária principal, que surge quando um tributo deve ser pago.<br\/> <br\/>Imagine o crédito tributário como o \"ticket” que o Estado emite para cobrar o tributo devido. Ele nasce do lançamento tributário, que é o procedimento administrativo que verifica se o fato gerador ocorreu, calcula o valor devido, identifica o contribuinte e formaliza a cobrança.<br\/> <br\/>Esse conceito é essencial para advogados e departamentos jurídicos porque o crédito tributário é o ponto de partida para qualquer discussão sobre débitos fiscais, seja para contestar cobranças, negociar dívidas ou buscar a recuperação de créditos tributários.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Como se constitui o crédito tributário?<\/strong><br\/>O crédito tributário se constitui exclusivamente por meio do lançamento, conforme previsto no <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.projuris.com.br\/blog\/ctn-codigo-tributario-nacional\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">artigo 142<\/a> do <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l5172compilado.htm\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Código Tributário Nacional (CTN)<\/a>. Esse lançamento pode ocorrer de três formas principais:<br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Lançamento por declaração:<\/strong> quando o contribuinte informa os dados para o cálculo do tributo;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Lançamento de ofício:<\/strong> quando a autoridade fiscal realiza o lançamento sem a colaboração do contribuinte;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><strong class=\"btk\">Lançamento por homologação:<\/strong> quando o contribuinte calcula e paga o tributo, e o Fisco posteriormente homologa esse pagamento.<\/li><\/ul> <br\/>O lançamento é o ato que materializa o crédito tributário, tornando-o exigível. Sem ele, não há cobrança formal e o crédito não pode ser cobrado judicialmente.<br\/>Suspensão do crédito tributário: quando e como ocorre?<br\/> <br\/>Após a constituição do crédito tributário, ele se torna exigível, ou seja, o Fisco pode cobrar o valor devido. Contudo, existem situações em que a exigibilidade do crédito pode ser suspensa, impedindo a cobrança imediata. Essas hipóteses estão previstas no artigo 151 do CTN e incluem:<br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Moratória (prorrogação do prazo para pagamento);<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Depósito do montante integral do crédito;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Reclamações ou recursos administrativos;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Concessão de liminar em mandado de segurança ou outras ações judiciais;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Parcelamento do débito tributário.<\/li><\/ul> <br\/>Essa suspensão é uma espécie de \"pausa” na cobrança, que pode ser estratégica para o contribuinte enquanto discute o débito ou busca alternativas para o pagamento.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Extinção do crédito tributário: conheça as formas legais<\/strong><br\/> <br\/>Enquanto a suspensão do crédito tributário é temporária, a extinção representa o fim definitivo da obrigação. O artigo 156 do CTN lista as formas de extinção, que são:<br\/><br\/><table class=\"bug\"><tr class=\"bv6\"><th>Forma de Extinção<\/th><th>Descrição<\/th><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Pagamento<\/td><td class=\"ha\">Entrega do valor devido ao Fisco, em moeda ou meios previstos em lei.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Compensação<\/td><td class=\"ha\">Utilização de créditos tributários para quitar débitos fiscais.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Transação<\/td><td class=\"ha\">Acordo entre contribuinte e Fisco para resolver litígios.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Remissão<\/td><td class=\"ha\">Perdão total ou parcial da dívida pelo Estado.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Prescrição e Decadência<\/td><td class=\"ha\">Perda do direito de cobrança ou lançamento pelo decurso do tempo.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Conversão de depósito em renda<\/td><td class=\"ha\">Depósito feito pelo contribuinte convertido em receita pública.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Pagamento antecipado e homologação<\/td><td class=\"ha\">Pagamento feito antes do lançamento e homologado pelo Fisco.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Consignação em pagamento<\/td><td class=\"ha\">Depósito judicial do valor devido quando o Fisco se recusa a receber.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Decisão administrativa irreformável<\/td><td class=\"ha\">Decisão definitiva na esfera administrativa que extingue o crédito.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Decisão judicial transitada em julgado<\/td><td class=\"ha\">Sentença judicial definitiva que reconhece a extinção do crédito.<\/td><\/tr><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">Dação em pagamento em bens imóveis<\/td><td class=\"ha\">Entrega de bens imóveis para quitação do débito tributário.<\/td><\/tr><\/table>Conhecer essas formas é fundamental para que advogados possam orientar seus clientes sobre as melhores estratégias para resolver pendências fiscais.<br\/>Declaração de débitos e créditos tributários federais (DCTF): o que é e qual a relação com o crédito tributário?<br\/> <br\/>A declaração de débitos e créditos tributários federais (DCTF) é uma obrigação acessória que as empresas devem cumprir para informar à Receita Federal os tributos apurados e pagos, bem como os créditos tributários existentes. Essa declaração é uma ferramenta importante para o controle fiscal e para a transparência das operações tributárias.<br\/> <br\/>Para o advogado, entender a DCTF é essencial para identificar possíveis créditos tributários que podem ser recuperados ou questionados, além de garantir que o cliente esteja em conformidade com as obrigações acessórias, evitando multas e autuações.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Recuperação de créditos tributários: oportunidades e desafios<\/strong><br\/>Você sabia que muitas empresas deixam de recuperar valores pagos indevidamente ou a mais em tributos? A <strong class=\"btk\">recuperação de créditos tributários<\/strong> é uma área estratégica que pode representar um alívio financeiro significativo para os clientes.<br\/> <br\/>Porém, a recuperação exige conhecimento técnico apurado, análise detalhada da legislação e da documentação fiscal, além de um acompanhamento rigoroso dos prazos prescricionais e decadenciais. Aqui, o papel do advogado é fundamental para garantir que os créditos sejam identificados, comprovados e utilizados corretamente.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Garantias e privilégios do crédito tributário: o que o advogado precisa saber<\/strong><br\/>O crédito tributário possui garantias e privilégios que o diferenciam de outros créditos. Por exemplo, ele tem preferência sobre a maioria dos créditos em processos de falência e recuperação judicial, o que significa que o Estado tem prioridade no recebimento.<br\/> <br\/>Além disso, a inscrição do crédito tributário em dívida ativa gera presunção de fraude em caso de alienação de bens pelo devedor, protegendo o Fisco contra fraudes. Essas garantias tornam o crédito tributário um instrumento poderoso para a arrecadação, mas também um desafio para o contribuinte.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Por que entender o crédito tributário é essencial para advogados?<\/strong><br\/>Imagine o crédito tributário como o motor que move a arrecadação fiscal. Se você não entende seu funcionamento, pode estar dirigindo um carro sem saber para onde vai.<br\/> <br\/>Para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos, dominar esse tema significa:<br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Evitar riscos de autuações e multas;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Identificar oportunidades de recuperação de valores;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Negociar dívidas com o Fisco de forma estratégica;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Oferecer consultoria tributária de alto valor agregado;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Garantir conformidade e segurança jurídica para os clientes.<\/li><\/ul> <br\/>Portanto, investir no conhecimento sobre crédito tributário é investir no sucesso e na sustentabilidade do seu negócio jurídico.<br\/>","date_published":"2026-05-26T18:39:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/AbBq.webp"},{"id":"6a36633b3e32c125517285","title":"As inscrições para o maior evento jurídico do mundo estão abertas!","url":"https:\/\/www.gonsales.adv.br\/Blog\/Eventos\/As_inscrições_para_o_maior_evento_jurídico_do_mundo_estão_abertas!","content_html":"A <strong class=\"btk\">25ª Conferência Nacional da Advocacia Brasileira<\/strong> acontecerá nos dias 23 a 25 de novembro, no Centro de Convenções de Salvador de Salvador\/BA e, será o centro dos debates sobre os caminhos da profissão diante das transformações tecnológicas – e você não pode ficar de fora.<br\/><br\/>Com o tema <strong class=\"btk\">\"Direito e Tecnologia: O Futuro da Advocacia na Sociedade Digital”,<\/strong> o maior evento jurídico do mundo vai abordar temas como inteligência artificial, proteção de dados, plataformas digitais e novos modelos de trabalho. Mais do que um encontro, será um espaço de troca, fortalecimento institucional e construção coletiva — reafirmando o compromisso da OAB com uma advocacia cada vez mais preparada, unida e protagonista.<br\/><br\/>As inscrições devem ser feitas <strong class=\"btk\">exclusivamente pelo site oficial<\/strong> da Conferência, com valores que variam conforme a categoria e o período de adesão.<br\/>Aproveite o valor promocional do 1º lote até o dia 30 de abril.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Garanta sua participação no site oficial: https:\/\/conferencia.oab.org.br\/<\/strong><br\/> <br\/>","date_published":"2026-05-26T14:43:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/Abyl.webp"}]}